Batidas na porta da frente
É o tempo
Eu bebo um pouquinho
Prá ter argumento
Mas fico sem jeito calado, ele ri ele zomba do quanto eu chorei
Porque sabe passar e eu não sei
Num dia azul de verão sinto o vento
Há fôlhas no meu coração é o tempo
Recordo um amor que perdi
Ele ri diz que somos iguais se eu notei pois não sabe ficar e eu também não sei
E gira em volta de mim sussurra que apaga os caminhos que amores terminam no escuro Sozinhos
Respondo que ele aprisiona e que liberto que ele adormece as paixões eu desperto
E o tempo se rói com inveja de mim me vigia querendo aprender c como eu morro de amor prá tentar reviver
No fundo é uma eterna criança que não soube amadurecer
Eu posso, ele não vai poder me esquecer
Respondo que ele aprisiona
Eu liberto que ele adormece as paixões eu desperto
E o tempo se rói com inveja de mim me vigia querendo aprender como eu morro de amor
prá tentar reviver
No fundo é uma eterna criança que não soube amadurecer
Eu posso, e ele não vai poder me esquecer
No fundo é uma eterna criança que não soube amadurecer
Eu posso, ele não vai poder me esquecer.
Nana Caymmi- Resposta ao tempo
Composição:Aldir Blanc/Cristovão Bastos
domingo, 17 de janeiro de 2010
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